Quem sai satisfeito vai embora calado. Quem sai irritado escreve. É por isso que a sua nota no Google conta uma história pior do que a que você entrega todo dia — e você só descobre quando já está público.
Sem instalar app. Sem cadastro do cliente. Funciona no balcão.
Não é impressão sua e não é sobre a qualidade do seu trabalho. É assimetria de motivação: avaliar dá trabalho, e só quem está com raiva topa esse trabalho sozinho.
Gostou, pagou, agradeceu e saiu. Pra avaliar ele teria que lembrar em casa, abrir o app, achar seu perfil e digitar. Quase ninguém faz.
Esse procura o seu perfil sozinho, no busão, com tempo de sobra. A motivação dele é alta o bastante pra vencer qualquer fricção.
O resultado é uma nota pública que representa a minoria mais irritada — e ela pesa na busca local, no fluxo da porta e no seu faturamento.
De três dias para três segundos. No balcão, enquanto o cliente ainda está com a boa impressão fresca — e com o celular já na mão.
No cartão, no adesivo do caixa ou no display da mesa. Abre direto no navegador — sem app, sem cadastro, sem senha.
Uma pergunta, cinco estrelas, dois toques. Sua marca, sua cor, seu logo — a página é sua, não nossa.
Os dois caminhos aparecem para todo mundo, com qualquer nota. Sem filtro, sem desvio.
Existe um truque comum nesse mercado: mandar quem deu nota alta pro Google e desviar quem deu nota baixa pra um formulário interno. O Google chama isso de violação de política, com essas palavras:
“Não permitimos que comerciantes desencorajem ou proíbam avaliações negativas, ou solicitem avaliações positivas de forma seletiva.”Política de conteúdo do Google — support.google.com/contributionpolicy/answer/7400114
Quem faz isso arrisca o perfil do comerciante, não o da empresa que vendeu o cartão: rebaixamento e remoção em massa das avaliações já conquistadas. O Tépi mostra o botão do Google para todo mundo — e ainda dá ao cliente insatisfeito um canal que ele não tinha: falar com você na hora, antes de virar estrela pública.
Você recebe o cartão pronto, com seu logo e já apontando pro seu perfil. É só deixar no balcão.
PVC rígido no tamanho de um cartão de crédito, com seu logo e sua cor. Chip NFC dentro e QR code impresso atrás — se o celular for antigo, a câmera resolve.
Cliente reclamou? Você sabe antes dele sair da loja. Dá tempo de chamar na mesa, trocar o prato, resolver. É aqui que o problema morre.
Quantas pessoas encostaram, quantas avaliaram, como sua nota andou no mês. Se você tem dois pontos, dá pra ver qual dos dois puxa mais.
Mesmo cartão, outro destino: seu perfil, seu cardápio, seu catálogo. Um toque, um seguidor a mais.
O cartão vai junto, sem taxa de adesão. Cancela quando quiser — e nesse caso é só devolver o cartão.
As mesmas que você provavelmente está fazendo agora.
Abre a demonstração e faz o caminho que seu cliente faria — inclusive o de quem não gostou.